“Eu não tenho medo da dor.
Essa dor
Oh, dor.
Que já me é tão freqüente e rotineira.
Diferente. Má com suas caras e maneiras.
É como aceitar
e perceber
que em certos dias
tapar o Sol com a peneira
já não resolve.
Nos conformamos então
Que a escuridão
Já não é tão assustudora
Percebendo o quanto a solidão
É encantadora.
E que certas belezas ficam bem de luto.
Escondidas nas suas obscuridades
E que podem perder o seu encanto
Qndo submetidas à
Facilidade e transparência.
O medo da dor
E seus choques
Nos deixam tão vulneráveis,
Que a nossa vaidade
A nossa razão
Daquele adulto interior
Criam um fenótipo novo
Involuntário
E indesejável.
Nossa expressão feliz
A falsa perfeição
Nos mergulha numa mentira tão bela
Tão clara
Q acreditamos ser a verdadeira aparência.
Ah, farsa.
Uma certa estribeira perdida
Rapidamente substituída pela sociedade
Se desprende
Dando lugar a uma barreira
Q te priva dos seus medos
Das dores
Experiências.
Tentando te dar um conforto.
Um analgésico.
Um alivio passageiro.
Ser um sinônimo da sociedade
Traz um sentido de descanso
Os antônimos são o segredo
Do fortalecimento dos seres singulares.
Os representantes da liberdade
Aqueles que se entregam as oportunidades
Sem medo da dor.
A dor transforma.
A dor revigora.
A dor dá garra.
A dor particulariza o homem
E a originalidade
De ser acompanhante da escuridão
Das belezas em tristezas
Do amor solido
Gélido
Gostoso
E doloroso!”
Depois de pensar, refletir.. Acho q decidi que é melhor não pensar.
Que refletir sobre os erros, sobre os atos ... É o que renova as regras da vida.
Se vamos segui-las .. isso já faz parte de outro quarteirão dessa grande avenida que ainda estou conhecendo. Sei que grandes pedras me derrubarão, q sentirei dor.. mas sinto q agora aquele medo de menina me foi tomado pela coragem, de viver com alegria, pois tenho a certeza que a cada esquina, meus acompanhantes, figurantes ou até mesmo desconhecidos, estarão lá pra me ajudar, afinal, na vida é preciso saber
VIVER, CAIR E LEVANTAR!!!
Nenhum comentário:
Postar um comentário